Entenda como a Educação Maker estimula a criatividade dos alunos - Escola Firjan SESI

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Na Escola Firjan SESI os alunos aprendem e desenvolvem ideias colocando a mão na massa

As profissões do futuro ainda não são conhecidas, mas a metodologia Maker adotada pelas Escolas Firjan SESI no Ensino Fundamental 2, do 6º ao 9º ano, prepara o aluno com competências que estarão em voga quando essa geração entrar no mercado de trabalho. A essência é fazer o estudante pôr a mão na massa. O processo orientado impulsiona a aprendizagem a partir da criatividade, do senso estético, da cultura digital e do autoconhecimento, culminando na criação de um protótipo.

“A Firjan SESI já trabalha para formar estudantes com habilidades e competências socioemocionais, essenciais para o futuro. Os alunos tornam-se mais criativos, empreendedores, com autonomia para solucionar problemas, fluência tecnológica e pensamento crítico”, ressalta Simone Caires, Analista de Educação na instituição.

Os desafios dão o tom da Educação Maker, desenvolvendo a engenhosidade dos alunos, que precisam utilizar recursos diversos para solucionar problemáticas cotidianas. “O processo do aprendizado é o mais importante nessa metodologia de ensino, no qual é preciso modelar e ter estratégia para alcançar o objetivo. Durante a interação do aluno com o objeto é que se alcança a criatividade”, revela Simone. O erro, acrescenta, é outro ponto relevante nesse sistema: é uma oportunidade de refazer e de reconfigurar para estimular potencialidades e habilidades.

“O olhar é muito amplo, vai além dos conteúdos das disciplinas do currículo básico, pois o que se almeja é contribuir para que os alunos possam aprender de forma colaborativa e sustentável”, pontua Simone, destacando que a metodologia Maker perpassa todas as matérias e tem carga horária definida semanalmente.

O laboratório Maker é equipado com materiais reutilizáveis ou recursos tecnológicos, que vão desde papel, cola e tesoura até ferro de solda, parafusadeira, prego, lixadeira, acrílico, cola de silicone, alicate, Arduino (plataforma de prototipagem eletrônica) e caixa de som, entre tantos outros. Mas a pandemia mudou os planos da Firjan SESI em 2020, quando a escola adotou a metodologia Maker. Foi preciso adaptar as atividades, para que os alunos possam resolver os desafios com materiais que possuem em casa.

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